Abraçá-la e sentir que, nesse espaço estreito entre meus braços, guardo tudo. Beijá-la e desejar que seu gosto prenda em mim. Respirá-la, tentando conservar o aroma de sua pele, o perfume de seus cabelos. E querer que não tenha fim, que sempre seja nós, que sempre exista essa doce arritmia a me guiar.
sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
E assim, entre almofadas e xícaras, nossas respirações se encontram, nossos dedos se entrelaçam, nossos sonhos se inventam.
E assim, entre semáforos, buzinas e letreiros luminosos, seu riso ritma junto ao meu, meus braços contornam seu ombro, seu olhar encontra e desencontra com o meu.
E assim, entre folhas em branco, entre textos que iniciam sem nunca chegarem ao fim, minha pele arrepia, minhas maças do rosto coram, meus joelhos tremem, meu pulso para e descompassa, e eu perco o foco.
E assim, entre semáforos, buzinas e letreiros luminosos, seu riso ritma junto ao meu, meus braços contornam seu ombro, seu olhar encontra e desencontra com o meu.
E assim, entre folhas em branco, entre textos que iniciam sem nunca chegarem ao fim, minha pele arrepia, minhas maças do rosto coram, meus joelhos tremem, meu pulso para e descompassa, e eu perco o foco.
sábado, 26 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
E se eu quiser me vestir com seu abraço? E se eu quiser me prender a você? E
se eu disser que eu me desfaço, que eu me disperso por sua pele, me diluo ao
seu cheiro, me camuflo em seus traços?
E se eu disser que eu me recuso, que não me refaço, que tampouco desfaço-me de teus braços em volta de mim? E se eu disser que eu me inozo, que eu me mesclo ao seu rosto, me escondo em seus bolsos, e que exijo que cuide de mim?
E se eu quiser me refugiar em sua nuca? Se eu quiser viver oculta em sua boca? Se eu quiser desaparecer em você? O que você vai pensar de mim?
E se eu disser que eu me recuso, que não me refaço, que tampouco desfaço-me de teus braços em volta de mim? E se eu disser que eu me inozo, que eu me mesclo ao seu rosto, me escondo em seus bolsos, e que exijo que cuide de mim?
E se eu quiser me refugiar em sua nuca? Se eu quiser viver oculta em sua boca? Se eu quiser desaparecer em você? O que você vai pensar de mim?
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Marque os copos com o desenho de seus lábios, rabisque minha pele com o traçar suave de seus dedos, deixe seu gosto em meu rosto. Deixe fios de cabelo na escova, no ralo, na pia, no piso. Solte seu aroma em todos os lençóis, cobertores, toalhas e tapetes. Deixe suas digitais em todos os móveis, em todos os cantos da casa e de mim.
Quero todas suas possíveis marcas, todos seus restos e rastros, quero tudo pra mim. Te quero impregnada em cada parte, em cada fresta, em cada melodia, em cada pequeno pedaço, em cada traço.
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